Questões de História do Brasil Seja bem-vindo. Matéria Questões de História do Brasil Nesse teste será apresentado uma única questão por vez. Cada questão terá 5 alternativas, apenas 1 alternativa estará correta. Número de questões 5 Nome Na Revolução Constitucionalista de 1932, as elites e a classe média de São Paulo se insurgiram contra o governo de Getúlio Vargas. Desenvolveu-se uma guerra civil por quase todo o estado e uma maciça campanha que objetivava atrair a simpatia do povo para o movimento. Diante disso, assinale a única alternativa INCORRETA: a) Abaladas pela crise do café e inconformadas com o intervencionismo do governo federal, as elites paulistas iniciaram seus protestos defendendo a imediata convocação de eleições para a formação da Assembleia Constituinte, e só na sequência foi que decidiram pegar em armas. b) Enquanto os trabalhadores apoiavam a nova política trabalhista de Getúlio Vargas, os grupos dominantes protestavam contra a perda de autonomia do estado. O principal porta-voz dessa insatisfação era o velho Partido Republicano Paulista (PRP). c) A consequência imediata do movimento foi à realização, em 1933, de eleições gerais para a Constituinte, e da promulgação desta em julho de 1934; além do fim do governo provisório, estabelecido em 1930, com Vargas sendo eleito Presidente da República pelos deputados. d) Os constitucionalistas paulistas tiveram êxito total em seu intento, pois, além de conseguirem que outros Estados aderissem ao movimento, conseguiram forçar o governo federal a restituir toda a autonomia política e econômica retirada pela Revolução de 1930. e) O Partido Democrático, afastando-se de Vargas, uniu-se ao Partido Republicano e, juntos, formaram a Frente Única Paulista, que defendia a união sagrada dos paulistas pela reconstitucionalização do país. Nenhum A Revolução Constitucionalista de 1932 marca a) a exigência feita pelas elites de todas as unidades da federação de que Vargas promulgasse uma nova Constituição. b) a reação da oligarquia paulista cafeicultora à centralização do poder por Vargas, evidenciada pela ausência de Constituição. c) a revolta popular de caráter socialista que questionava o projeto de industrialização de Vargas. d) o levante de operários paulistas contrários à legislação trabalhista de Vargas inspirada no fascismo. e) a dificuldade de Vargas de implementar o seu projeto de desenvolvimento associado ao capital estrangeiro. Nenhum Até hoje se debate a inércia de João Goulart enquanto o golpe acontecia, entre 31 de março e 2 de abril. Sabe-se também que foi proposto a Goulart oferecer resistência armada aos golpistas, mas o presidente rejeitou essa hipótese porque sabia que isso arrastaria o Brasil para uma guerra civil. A proposta de resistência armada foi realizada por: Juscelino Kubitschek Ulysses Guimarães Leonel Brizola Jânio Quadros Amaury Kruel Nenhum Sobre o processo de Independência deflagrado no Brasil em 1822, que implementou o Primeiro Reinado, é possível dizer que: Dom Pedro antecipou-se à estratégia de seu irmão, D. Miguel, que também queria ser imperador do Brasil. foi um processo deflagrado no Brasil após a morte de D. João VI. foi um processo coordenado pelos revolucionários latino-americanos, como Bartolomé Mitre e Simon Bolívar. foi um processo articulado por Napoleão Bonaparte, que fugiu da ilha de Santa Helena para o Brasil em 1819. foi um reflexo da Revolução Liberal do Porto (1820), que exigiu o retornou de D. João VI para Portugal. Nenhum Provas: VUNESP - 2014 - PM-SP - Aluno Oficial Disciplina: História do Brasil “Um boato corre, há dias, pela cidade que tem enchido a uns de pavor, e a outros de indignação, em cujo último número me coloco”, desabafou o médico Joaquim Cândido Soares de Meirelles (1797–1868), diante do clima de pânico instaurado no Rio de Janeiro em 1831. Rumores crescentes garantiam estar em andamento, na capital do Império, uma trama conspiratória inspirada na Revolução do Haiti (1791–1825). (Iuri Lapa, O Haiti é aqui?. Revista de História da Biblioteca Nacional, 03/03/2010)O clima instaurado na ocasião tinha origem na propaganda abolicionista promovida pelos revolucionários haitianos e pela população do norte dos EUA, mais afeita ao trabalho livre, à pequena propriedade e à policultura, e defensora da libertação dos escravos em todo o continente americano. na defesa da revolução realizada pelos herdeiros políticos da Revolução Francesa, que defendiam que o governo francês exportasse a radicalidade revolucionária para o outro lado do Atlântico, ameaçando a existência institucional do Império no Brasil. na aproximação política entre os líderes republicanos da independência de alguns países da América Latina, como Bolivar (Venezuela), San Martin (Argentina) e Toussaint–Louverture (Haiti), que queriam transformar o Brasil em uma República. no fantasma que assombrou por décadas os senhores escravistas do Brasil, receosos de que se repetisse aqui o movimento haitiano, no qual convergiram abolição da escravidão e proclamação da independência, incluindo o massacre de brancos. no sentimento anticomunista existente no Brasil desde o início do século XIX, quando a elite escravista assistiu assustada à tomada do poder no Haiti por revolucionários socialistas, inspirados nas ideias do socialismo utópico de Saint–Simon. 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