Teste Independência do Brasil Bem-vindo ao Teste Independência do Brasil A transferência da corte trouxe para a América portuguesa a família real e o governo da Metrópole. Trouxe também, e sobretudo, boa parte do aparato administrativo português. Personalidades diversas e funcionários régios continuaram embarcando para o Brasil atrás da corte, dos seus empregos e dos seus parentes após o ano de 1808. NOVAIS, F. A.; ALENCASTRO, L. F. (Org.). História da vida privada no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. Os fatos apresentados se relacionam ao processo de independência da América portuguesa por terem: Obtido o apoio do grupo constitucionalista português. Enfraquecido o pacto de dominação metropolitana. Motivado as revoltas escravas contra a elite colonial. Provocado os movimentos separatistas das províncias. Incentivado o clamor popular por liberdade. Nenhum Com relação à África portuguesa, a emancipação política do Brasil em 1822: Provocou fortes reações nas elites angolanas, a ponto de alguns setores manifestarem interesse em fazer parte do Império Brasileiro. Acarretou a suspensão definitiva do tráfico negreiro como uma forma de retaliação do governo português contra sua ex-colônia. Levou a Coroa portuguesa a implementar regimes de segregação racial em suas possessões africanas, inspirados na experiência inglesa na África do Sul. Provocou o desinteresse português na manutenção dos seus domínios no ultramar e o abandono dessas possessões a outras potências europeias. Levou ao aparecimentos de movimentos pela independência em Angola e Moçambique, que só se tornariam vitoriosos ao final do século XIX. Nenhum No clima das ideias que se seguiram à revolta de São Domingos, o descobrimento de planos para um levante armado dos artífices mulatos na Bahia, no ano de 1798, teve impacto muito especial; esses planos demonstravam aquilo que os brancos conscientes tinham já começado a compreender: as ideias de igualdade social estavam a propagar-se numa sociedade em que só um terço da população era de brancos e iriam inevitavelmente ser interpretados em termos raciais. MAXWELL. K. Condicionalismos da Independência do Brasil. In: SILVA, M.N. (coord.) O Império luso-brasileiro, 1750-1822. Lisboa: Estampa, 1986. O temor do radicalismo da luta negra no Haiti e das propostas das lideranças populares da Conjuração Baiana (1798) levaram setores da elite colonial brasileira a novas posturas diante das reivindicações populares. No período da Independência, parte da elite participou ativamente do processo, no intuito de: instalar um partido nacional, sob sua liderança, garantindo participação controlada dos afrobrasileiros e inibindo novas rebeliões de negros. impedir que o povo conferisse ao movimento um teor libertário, o que terminaria por prejudicar seus interesses e seu projeto de nação. firmar alianças com lideranças escravas, permitindo a promoção de mudanças exigidas pelo povo sem a profundidade proposta inicialmente. rebelar-se contra as representações metropolitanas, isolando politicamente o Príncipe Regente, instalando um governo conservador para controlar o povo. atender aos clamores apresentados no movimento baiano, de modo a inviabilizar novas rebeliões, garantindo o controle da situação. Nenhum A transferência da corte trouxe para a América portuguesa a família real e o governo da Metrópole. Trouxe também, e sobretudo, boa parte do aparato administrativo português. Personalidades diversas e funcionários régios continuaram embarcando para o Brasil atrás da corte, dos seus empregos e dos seus parentes após o ano de 1808.NOVAIS, F. A.; ALENCASTRO, L. F. (Org.). História da vida privada no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.Os fatos apresentados se relacionam ao processo de independência da América portuguesa por terem: obtido o apoio do grupo constitucionalista português motivado as revoltas escravas contra a elite colonial provocado os movimentos separatistas das províncias enfraquecido o pacto de dominação metropolitana incentivado o clamor popular por liberdade Nenhum Independência do Brasil: A Independência do Brasil, em 1822, foi fruto de uma série de fatores cujo ponto de partida se pode localizar na vinda da família real para o Brasil, em 1808. Com a Corte no Brasil e a sede da monarquia para cá transmutada, deflagrou-se uma verdadeira inversão de papéis, tornando-se Portugal uma “colônia de uma colônia sua”. A tentativa de Portugal de reverter essa situação e tornar-se novamente metrópole do Brasil foi revelada de forma mais contundente através da: Revolução Praieira, de 1848. Revolução Pernambucana, de 1817. Inconfidência Mineira, de 1789. Revolução do Porto, de 1820 Revolução Francesa, de 1789. Nenhum A independência brasileira é fruto mais de uma classe do que da nação tomada em seu conjunto. Caio Prado Jr. Identifique a alternativa que justifica e complementa o texto. Os vários segmentos sociais uniram-se em função da longa Guerra de Independência. Os setores médios urbanos comandaram a luta, fazendo prevalecer o modelo político dos radicais liberais. A independência foi liderada pelas camadas populares e acompanhada de profundas mudanças sociais. O movimento da independência foi uma ação da elite, preservando seus interesses e privilégios. A aristocracia rural não temia a participação da massa escrava no processo, extinguindo a escravidão logo após a independência. Nenhum Realizada a emancipação política em 1822, o Estado no Brasil: Sofreu uma prolongada e difícil etapa de consolidação, tal como ocorreu com os demais países da América do Sul. Adquiriu um espírito interior republicano muito semelhante ao argentino, apesar da forma exterior monárquica. Vivenciou, tal como ocorreu com o México, um longo período monárquico e uma curta ocupação estrangeira. Desconheceu, ao contrário do que ocorreu com os Estados Unidos, guerras externas e conflitos internos. Surgiu pronto e acabado, em razão da continuidade dinástica, ao contrário do que ocorreu com os demais países da América do Sul. Nenhum No tempo da independência do Brasil, circulavam nas classes populares do Recife trovas que faziam alusão à revolta escrava do Haiti: Marinheiros e caiados Todos devem se acabar, Porque só pardos e pretos O país hão de habitar.AMARAL, F. P. do. Apud CARVALHO, A. Estudos Pernambucanos. Recife: Cultura Acadêmica, 1907. O período da independência do Brasil registra conflitos raciais, como se depreende: Da expulsão de vários líderes negros independentistas, que defendiam a implantação de uma república negra, a exemplo do Haiti. Dos rumores acerca da revolta escrava do Haiti, que circulavam com a população escrava e entre os mestiços pobres, alimentando seu desejo de mudança. Da rejeição aos portugueses, brancos, que significava a rejeição à metrópole, como ocorreu na Noite das Garrafadas. Do repúdio que os escravos trabalhadores dos portos demonstravam contra os marinheiros, porque estes representavam a elite branca opressora. Do apoio que escravos e negros forros deram à monarquia, com a perspectiva de receber sua proteção contra as injustiças do sistema escravista. Nenhum Time's up